A internet causou o encurtamento das distâncias, tornando possível, hoje, comprar e revender produtos importados sem precisar fazer um sacolão em outro país.

Essa relativa facilidade permite que seja vantajoso montar um negócio lucrativo. Contudo, é importante ficar atento aos riscos e taxas que podem incidir sobre esse tipo de operação.

No post de hoje, vamos explicar a quais pontos se deve prestar atenção e se realmente vale a pena entrar no ramo. Confira!

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Quais são os custos de revender produtos importados?

Deve-se sempre calcular a conversão da moeda estrangeira na cotação do dia da compra. Por exemplo, um relógio que custa US$100,00, com o dólar a R$3,15, será comprado por R$315,00.

Existem também os custos com frete, que dependem do peso dos pacotes, e com uma empresa de redirecionamento de encomendas, que recebe seu produto da loja, armazena em um depósito e encaminha para você. Pode parecer caro, mas ainda é mais barato do que o envio diretamente da loja estrangeira para o Brasil.

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Além disso, vale lembrar que o governo brasileiro cobra 6,38% de IOF (Imposto sobe Operações Financeiras) diretamente no seu cartão de crédito internacional. Adicione a esse valor um imposto de importação de 60% sobre o valor total das compras a partir de US$50.

Por fim, em três estados brasileiros é cobrada uma taxa de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que é de 18% sobre o valor total em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul e de 17% em Santa Catarina.

Como assegurar qualidade e segurança com fornecedores?

Tenha em mente que você estará se arriscando se obtiver produtos falsificados: sua credibilidade pode ser prejudicada, trazendo muitas dores de cabeça. Por isso, sempre compre de lojas e marcas famosas, garantindo a qualidade.

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Se comprar de lojas menos conhecidas, é preciso tomar certos cuidados: tente pesquisar a reputação delas em sites especializados, busque recomendações de amigos ou teste, primeiramente, com compras menores — isso lhe dará uma noção do serviço prestado e da condição das peças compradas.

Lembre-se de que comprar da China requer atenção redobrada pelo risco da pirataria. Além disso, pode ser que a encomenda demore mais para chegar, devido à distância.

Como estabelecer um bom canal de vendas?

Você pode vender seus produtos por meio de sites de comércio, como Mercado Livre, obtendo boa visibilidade, segurança nos pagamentos e um sistema que avalia a sua reputação e a dos clientes.

Também é possível vender em sites mais informais, como OLX. A vantagem é ter uma proximidade maior com o público local, mas você terá que negociar diretamente com os clientes, sem dispositivos de segurança.

Caso deseje ter uma abordagem mais profissional, crie uma loja virtual com site próprio. Para isso, vale a pena ter uma pessoa jurídica, que pode ser um MEI — Micro-Empreendedor Individual —, e contratar um serviço de hospedagem, além de um sistema de pagamentos.

Por fim, é possível recorrer ao boca a boca por meio de amigos, parentes, vizinhos etc. Essa é uma maneira rápida e simples de chegar ao cliente e que pode funcionar bem. Nesse caso, é aconselhável contratar um serviço de pagamento, como máquinas de cartão de crédito, a fim de evitar calotes.

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Como se planejar para obter sucesso?

Um dos riscos de revender produtos importados é o de que seus produtos venham danificados, o que pode ser prevenido com a escolha de fornecedores de confiança.

Também pode acontecer de você fechar vendas e não ter estoque para entregar. Isso é evitado com um planejamento logístico do tempo de recebimento das peças e da quantidade média de vendas.

Algumas pessoas recorrem ao serviço de drop shipping, que possibilita venda e entrega por intermédio de empresas, sem necessidade de estoque. Contudo, essa é uma prática arriscada e que deve ser avaliada com cuidado.

Revender produtos importados pode ser bastante vantajoso, apesar dos custos e riscos: basta criar um planejamento, estar atento aos detalhes e ser persistente desde o início. Longe de ser uma solução mágica, a importação requer estudo e trabalho duro para que os lucros apareçam de forma consistente.

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